Maserati Quattroporte Automatica chega por R$ 800 mil

Uma das estrelas do Salão de Detroit (EUA) em janeiro, o Maserati Quattroporte Automatica passa a ser comercializado no Brasil nesta semana. A nova versão complementa a linha Quattroporte Sport GT e Executive GT e custará R$ 800 mil. Sua principal inovação é a caixa de transmissão hidráulica de seis velocidades com a sexta marcha alongada para reduzir consumo e ruído. Maciez e trocas de marchas mais rápidas, com o propósito de oferecer conforto ao dirigir, são características importantes dessa versão, segundo a fabricante. O novo sistema de transmissão traz distribuição de peso de 49% na frente e 51% atrás, preservando a esportividade natural do Quattroporte.
Lançado em 2003, o Quattroporte imediatamente conquistou a atenção da mídia e dos entusiastas por carros em razão de sua sofisticação e do design elegante, além de sua motorização – um 4.2 V8 (oito cilindros em “V”) de 400 cv (cavalos). Dados da marca indicam aceleração de 0 a 100 km/h em 5,6 segundos e velocidade máxima de 270 km/h. Seu design leva a assinatura do Studio Pininfarina, que proporcionou a suas formas musculares e elegantes interior com senso de harmonia e personalidade, por meio do uso inteligente do estilo mais famoso da marca: o longo capô com sua grande e proeminente grade de radiador e atraentes faróis.
No teto há acabamento luxuoso, com o clássico emblema oval da Maserati e o tradicional Tridente atravessado por uma flecha nas colunas traseiras (outro tema do Quattroporte de Frua), duplo escapamento e elegante cromado envolvendo a grade do radiador e as janelas. A carroceria alta transmite impressão de força e solidez. O interior também proporciona espaço confortável para as pernas, além de exibir materiais feitos a mão (segundo Interpress Motor já conferiu “in loco” na fábrica italiana), luxuosos e de bom gosto.
O Quattroporte foi projetado com uma distância entreeixos maior, com sua cabine salientando a extensão do capô (de alumínio, exatamente como o porta-malas). Essas características combinadas com a imponente grade e coluna posterior, essa última proporcionando uma certa privacidade aos ocupantes como cabe a uma limusine de luxo, fazem parte da tradição da fabricante, que reinou na Fórmula 1 do final dos anos 50.
A linha lateral limpa e aerodinâmica, caracterizada por três entradas de ar retangulares (em clara referência às da Berlinetta Speciale 1500 A6), é acentuada pela ampla área envidraçada, que é caracterizada pela ausência do usual quebra-vento na porta dianteira. O modelo tem ainda, entre outros itens, faróis duplos de xenônio (fixos e ajustáveis), oferecendo um facho de luz muito superior às tradicionais luzes halógenas, controlador de velocidade, sensores de luz e de chuva e espelho retrovisor sensível à luz.
Maserati promove homenagens à Fangio

A Maserati está promovendo uma série de homenagens ao piloto argentino Juan Manuel Fangio, motivada pela passagem do 50º aniversário da conquista de seu quinto e último título na Fórmula 1. Ele defendia as cores da marca italiana na época e estava com 46 anos de idade. Fangio confirmou seu quinto campeonato mundial ao vencer o Grande Prêmio da Alemanha, disputado no autódromo de Nurburgring, no dia 4 de agosto de 1957.
Durante o Salão de Frankfurt, na Alemanha, o monoposto usado por Fangio na conquista de todos os títulos, um Maserati 250-F, ficará exposto no estande da marca. E desde o mês de maio, o Museu do Automóvel Luigi Bonfanti, em Veneza, na Itália, abriga a exposição comemorativa “Maserati 1957-2007 50 anni dal Mondiale di F1″, que homenageia o cinqüentenário do pentacampeonato.
A temporada de 1957 foi a que rendeu mais vitórias ao lendário piloto, também conhecido pelo apelido de “o maestro”. Em 16 corridas disputadas naquele ano, ele venceu 10. Durante o GP de Nurburgring, Fangio realizou um dos feitos mais notáveis da F1, ao abrir mais de 40 segundos em sete voltas sobre os pilotos ingleses Mike Howthorn e Peter Collins, respectivamente segundo e terceiro colocados da prova e ambos da equipe Ferrari. Com a liderança garantida, Fangio ainda teve tempo para bater o recorde de tempo da pista.
Considerado o melhor piloto de F1 de todos os tempos, Fangio nasceu na cidade argentina de Balcarce, cerca de 400 quilômetros distante de Buenos Aires, no dia 24 de junho de 1911, e morreu no dia 17 de julho de 1995, na capital portenha, aos 84 anos de idade, vítima de câncer. Durante os oito anos em que disputou a principal categoria do automobilismo mundial, o piloto argentino correu 51 GPs, obteve 24 vitórias, 35 pódios e 29 pole positions. Por quase cinco décadas, ele foi o recordista de títulos da F1, sendo batido somente em 2003 pelo alemão Michael Schumacher, que se aposentou no ano passado como heptacampeão mundial.
Maserati levará novo cupê GT a Genebra
February 21, 2007 on 6:22 am | In Maserati | No CommentsA Maserati escolheu o Salão de Genebra (Suíça), que começa no próximo dia 8 de março, como palco de estréia de sua mais nova criação, o cupê esportivo GranTurismo. Com estilo assinado pelo estúdio Pininfarina, o modelo, de quatro lugares, vem com motor dianteiro central e tração traseira. O propulsor é um 4.2 litros V8, com capacidade para entregar 405 cavalos de potência. Por conta da disposição do conjunto mecânico, a distribuição de peso está repartida em 49% para o eixo dianteiro e 51%, para o traseiro.
O GT está equipado com uma transmissão automática que permite trocas manuais na alavanca ou por meio de manetes posicionados atrás do volante. De acordo com a Maserati, a caixa de câmbio está montada junto ao eixo traseiro e conta com um sistema de controle adaptativo, que ajusta o módulo de trocas de acordo com as condições de dirigibilidade e do estilo que o motorista guia o carro. O sistema de freios, por sua vez, conta com pinças montadas em posições contrárias nos eixos dianteiro e traseiro - as da frente na parte traseira do disco e vice-versa. A Maserati deve lançar uma versão conversível do GT posteriormente.
FONTE: Carsale
Maserati MC12
December 22, 2006 on 2:24 pm | In Maserati, Super Carros | No Comments
A Maserati entra para o restrito grupo de fabricantes que têm carros capazes de superar a marca das 200 milhas por hora (321 km/h) com o MC12, feito em parceria com a Ferrari. Depois de apresentado em Genebra (Suíça), em março desse ano, o superesportivo tem todos seus detalhes revelados. Com traços que lembram os da “irmã” Ferrari Enzo, o mais novo modelo da marca italiana tem estilo assinado pelo renomado estúdio chefiado por Giorgio Giugiaro, além de potência e sofisticação de sobra e a vantagem de vir com vidros elétricos, ao contrário da Enzo.
A pintura azul e branca faz parte da tradicional história da Maserati. Essa combinação foi usada desde o início dos anos 60, pela equipe América Camoradi, que tinha Stirling Moss como piloto do famoso Maserati Tipo 60-61. Como um legítimo targa, o MC12 pode ter a capota removida, mas isso não prejudica a rigidez torcional da estrutura, feita de fibra de carbono, Nomex (material leve e resistente) e subchassi de alumínio. Não se trata de um carro pequeno. São 5,14 metros de comprimento por 2,10 m de largura e 1,20 m de altura. Mas o peso total (1.335 kg) é bem distribuído (41% na frente e 59% atrás).
A carroceria não tem apenas linhas atraentes. Há também itens que servem para o manter o carro estável, refrigerar os freios, ou ainda alimentar o motor. No MC12, a Maserati usou o chamado “efeito solo”, que aproveita a pressão do ar em movimento para manter o carro firme nas curvas. Nesse caso, um túnel na parte de baixo do carro serve de duto. Há até um “snorkel” para ventilar o habitáculo. Na traseira, um discreto aerofólio com terceira luz de freio também ajuda a manter bom nível de estabilidade, em conjunto com a suspensão controlada eletronicamente e os pneus 245/35R na frente e 345/35R atrás, ambos montados em rodas de aro 19.
Os componentes do conjunto mecânico merecem um capítulo parte. O motor com 12 cilindros em V a 65º tem seis litros e cilindrada. É capaz de gerar 630 cavalos e nada menos do que 66,5 kgfm de torque a 5.500 rpm. Além disso, vem com cárter seco de alumínio, bielas de titânio e pistões especialmente desenhados para trabalharem com taxa de compressão de 11,2: 1. Pode funcionar a até 7.700 rpm e leva o MC12 a 330 km/h, com aceleração de 0 a 100 km/h em 3,8 segundos. O primeiro quilômetro pode ser percorrido em meros 20,1 segundos. Partindo da imobilidade aos 200 km/h são necessários apenas 9,9 segundos.
No interior, o predomínio é da cor azul. Além de detalhes como o tradicional relógio analógico no console e os bancos de couro perfurado, o que surpreende é a inclusão de vidros elétricos, item que não é comum em superesportivos por uma questão de economia de peso, mas que muitos milionários dispostos a pagar uma fortuna por carros como o MC12 costumam sentir falta. Outra comodidade é a ausência do pedal de embreagem, acionada automaticamente por um sistema eletrohidráulico.
O câmbio é seqüencial de seis marchas, todas trocadas por hastes instaladas atrás do volante. Quando selecionada a opção “Sport”, as trocas ficam mais rápidas e o controle de tração (ASR) intervém menos no comportamento do carro. Embora seja praticamente um carro de corrida para andar na rua, o MC 12 vem com itens comuns em sedãs vendidos em grande escala, como tomada de 12V e porta-objetos. Segundo a Maserati, apenas 30 unidades do MC12 serão fabricadas em 2004. Para o ano que vem estão previstas somente 25. É, de fato, um carro para poucos.
FONTE: [Carsale]
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