Toyota faz novo mega-recall do Corolla

Arquivado em Toyota por contato em 27-08-2010

Desta vez problema afeta funcionamento do motor; chamado envolve 1,13 milhão de carros

Corolla

O fantasma do recall volta a assombrar a Toyota. E por se tratar de um defeito apresentado nos Estados Unidos, o chamado novamente envolve uma enorme quantidade de carros, no caso o Corolla e o Corolla Matrix. Segundo informe da fabricante no país, um problema nos módulos de controle do motor afetam 1,13 milhão de automóveis da empresa fabricados de 2005 a 2008. Continue lendo »


Toyota retoma vendas do Corolla em MG

Arquivado em Toyota por contato em 11-05-2010

Ministério Público do estado havia proibido comércio do modelo em abril

Toyota Corolla

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais concedeu na última sexta-feira (7) uma liminar à Toyota do Brasil determinando o reinício das vendas do Corolla nos 12 distribuidores da fabricante do Estado. O comércio do sedã havia sido proibido em abril pelo Ministério Público de MG e o Procon (serviço de proteção ao consumidor) por conta de ocorrências de aceleração repentina, que causaram acidentes com proprietários do veículo na região.
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Toyota para de fabricar 8 modelos nos EUA

Arquivado em Toyota por contato em 27-01-2010

Medida é válida para os automóveis envolvidos no último mega-recall

Corolla

Na tentativa de cortar o mal pela raiz, a Toyota anunciou na noite da última terça-feira (26) a suspensão temporária da produção e venda dos 8 modelos envolvidos no último mega-recall da marca, que compreende 2,3 milhões de veículos fabricados entre 2005 e este ano com problemas no pedal do acelerador. Segundo comunicado da empresa, a ação entra em vigor a partir do dia 1º de fevereiro e afeta quatro fábricas nos Estados Unidos e uma no Canadá. As atividades serão retomadas somente quando o defeito no mecanismo for totalmente sanado, de acordo com informe da montadora japonesa.
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Toyota anuncia mais um mega-recall nos EUA

Arquivado em Toyota por contato em 22-01-2010

Possível problema no pedal de acelerador afeta oito modelos da fabricante
Corolla
O fantasma do recall voltou a assombrar a Toyota nos Estados Unidos. Nesta sexta-feira (22) a fabricante japonesa anunciou a convocação de 2,3 milhões de automóveis no país para revisão do pedal de acelerador. Segundo comunicado da empresa, o problema tem três diferentes formas. Nas ocorrências mais comuns, o componente defeituoso pode ficar muito pesado ao ser acionado ou então muito lento na desaceleração. Nos casos mais graves, a peça pode travar, impedindo a desaceleração do automóvel e aumentando o risco de acidentes. O chamado envolve os modelos RAV4, Corolla, Matrix, Avalon, Camry, Highlander, Tundra e Sequóia, produzidos entre 2005 e este ano.
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Corolla chega à 10ª geração e quer a liderança

Arquivado em Toyota por contato em 28-03-2008

Corolla chega à 10ª geração e quer a liderança

“Queremos retomar a liderança entre os sedãs médios. Nosso cliente não vem atrás de esportividade, ele quer um carro luxuoso, confortável e prático”. Essas frases proferidas por executivos da Toyota em uma coletiva de imprensa resumem bem o espírito da 10ª geração do Corolla, o carro mais vendido do mundo com cerca de 33 milhões de unidades comercializadas em sua história.

Após perder o 1º lugar em vendas para o novo Honda Civic lançado em 2006 e com declarado apelo esportivo – basta mencionar o “S” (de sport, em inglês) que foi acrescentado à nomenclatura das versões LX e EX –, a Toyota preparou a ofensiva e mostrou nesta quarta-feira (26/3) o novo Corolla, que mira um público “abandonado” pelo Civic: os mais conservadores, que procuram um sedã “luxuoso, confortável e prático”, como foi colocado por Soichiro Okudaira, engenheiro responsável pelo projeto de atualização do carro.

Fato é que o modelo ganhou 10 mm no comprimento, agora com 4,54 m, e 55 mm na largura, passando a 1,76 m. O entreeixos não foi alterado, portanto, mantém os mesmos 2,60 m. Uma boa novidade é o assoalho traseiro, que passou a ser plano, a exemplo do Civic. O porta-malas também aumentou, de 437 l para 470 l, e o banco traseiro pode ser rebatido na proporção 60/80. Curioso é que o painel, com superfície rebaixada, se une ao acabamento das portas e cria um clima mais envolvente no interior, parecido com o do principal concorrente. Será só uma coincidência?

Com o tripé elegância, conforto e sofisticação em mente, os engenheiros criaram uma frente imponente, baseada no luxuoso Camry, também da Toyota, que confere um ar de “carrão” ao sedã médio. Até mesmo limpadores para os faróis, porta-luvas em dois níveis e repetidores do pisca nos retrovisores externos estão presentes no modelo. O destaque da lateral fica para a linha de cintura, agora mais alta. Na traseira, a tampa do porta-malas não foi mexida. As principais modificações ficam por conta das lanternas e da inclusão de refletores vermelhos no pára-choque traseiro.

Ao volante

A empresa fez questão de ressaltar o silêncio a bordo do veículo, com a inclusão de um revestimento acústico melhorado, mas não foi o que constatamos ao rodar com o carro. A bordo de um XEi manual, o motor fez questão de anunciar seu funcionamento durante as reduções e acelerações. Já com um SE-G top de linha, que só é oferecido com câmbio automático de 4 marchas, o barulho foi menor, mas ainda invadia o habitáculo.

Aliás, em relação ao câmbio automático, um detalhe que pode causar certa confusão em um primeiro contato: no trilho das marchas, a posição Drive está sinalizada com a indicação “3-D”, só que, se o motorista não deslocar a alavanca para a posição correta, ou seja, à direita, o câmbio só trocará até a 3ª marcha.

Os motores continuam os mesmos do modelo antigo. O 1.6 l 16V, somente a gasolina, oferece tecnologia de abertura de válvulas variável (VVTi), 110 cv de potência a 6 000 rpm e torque de 15 kgfm a 4 400 rpm. Já o 1.8 l 16V, bicombustível, rende 136 cv e 17,5 kgfm de torque com álcool e 132 cv e 17,3 kgfm com gasolina. Os dados máximos de potência e torque são atingidos, respectivamente, a 6 000 e 4 200 giros. A Toyota informa que equipou o novo Corolla com um conversor catalítico mais eficiente devido às novas normas de emissão que entrarão em vigor no Brasil a partir do próximo ano.

A dirigibilidade continua semelhante à de seu antecessor, bem acertada para a cidade. O carro é suave ao enfrentar lombadas, por exemplo, mas em percurso rodoviário, a carroceria inclina em curvas mais fechadas, exigindo atenção do motorista. A suspensão – independente na dianteira do tipo McPherson com barra estabilizadora e semi-independente na traseira – conta com molas, amortecedores e bandeja redimensionados.

[Por: CarroOnline]

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