Honda CR-V 2008 chega 10% mais barato

Lançado em 1995, o Honda CR-V passou a ser importado do Japão para o Brasil cinco anos mais tarde. A partir do dia 30 deste mês, o modelo será oferecido em duas versões, vindas do México, com redução de 10% no preço e com mudanças somente no acabamento.
A versão de entrada 4×2 (LX) tem valor sugerido a partir de R$ 94.500, enquanto a topo de linha 4×4 (EXL) custa R$ 110 mil. Disponível apenas nas cores preta e prata, o utilitário mantém o conjunto mecânico formado por um motor 2.0 de 150 cv de potência e transmissão automática de cinco velocidades.
O principal objetivo da mudança na linha é alavancar as vendas do modelo com a oferta de uma versão 4×2. No ano passado, foram pouco mais de 1.500 unidades no ano. Para 2008, a montadora pretende vender 9 mil unidades, focando como principal concorrente o Hyundai Tucson.
Sem previsão de motor flexível, o Honda CR-V EXL inclui entre os itens de série tração integral, airbags frontais, laterais e de cortina, faróis de neblina, teto solar elétrico, CD player com disqueteira e MP3, controle de estabilidade e tração, bancos de couro, entre outros
[Por: ICarros]
Honda CR-V mira emergentes donos de EcoSport

Começa a chegar às concessionárias Honda a versão 2008 do utilitário esportivo CR-V. Para ampliar sua participação nesse segmento, a marca decidiu comercializá-lo em duas versões: além da EXL 4WD (a versão 2007 com essa tração era a EX), que chega com novos itens, haverá ainda a LX 2WD, com tração 4×2.
Em vez de vir do Japão, o modelo agora chega de El Salto, no México, com isenção de taxa de importação graças a um acordo comercial entre os dois países. Os preços sugeridos serão R$ 94.500 (LX 2WD) e R$ 110 mil (EXL 4WD). A Honda promoveu hoje uma apresentação técnica do modelo, que depois será disponibilizado para avaliação.
Seu público-alvo são “emergentes” donos de utilitários esportivos, um segmento relativamente novo, que surgiu quando a Ford lançou o EcoSport, há quatro anos, e começou a ganhar corpo nos útlimos tempos. “O público do modelo é um mercado novo, que está sendo formado desde o EcoSport”, confirma Alberto Pescumo filho, gerente-geral comercial da Honda.
Segundo ele, a probabilidade de haver sobrepreço, como ocorreu com o novo CR-V desde dezembro de 2006 (o veículo tinha o valor fixado em R$ 123 mil, mas chegava a ser vendido por mais de R$ 130 mil), é menor. “Agora a rede será abastecida por cerca de mil unidades por mês. Antes eram cerca de 180 mensais.” Como o ano já começou, a previsão é que em 2008 sejam vendidas 9.000 unidades, sendo 6.472 unidades (sim, um número com a precisão que falta aos carros de Fórmula 1 da marca…) da versão 2WD.

Sua motorização, bem como a carroceria, praticamente não muda. O propulsor é o mesmo 2.0 16V de 150 cv (cavalos), com torque (força) de 19,4 kgfm, acompanhado de uma transmissão automática de cinco velocidades. A versão mais modesta (4×2) vem com painel preto, ar-condicionado analógico, toca-CDs, bancos de tecido e porta-malas com divisão (”double deck”).
A versão top traz, além da tração 4×4 “real time” (se ajusta às situações de aderência sem necessidade da intervenção do motorista), oferece faróis de neblina, teto solar elétrico, ar-condicionado “dual zone” (regulagem individual para motorista e passageiro do banco da frente), acabamento cinza metálico no painel, bancos de couro, porta-malas também com “double deck”, mas com cobertura retrátil e som com capacidade para seis discos (os dois têm função MP3), Speed Volume Control (aumenta o som na medida em que acelera) e VSA (sigla em inglês para sistema de estabilidade assistida).
Vem ainda com seis airbags (frontal, lateral e cortina). As duas versões são equipadas com sistema ABS (antitravamento) nos freios e EBD (distribuição eletrônica da força de frenagem).
A Honda já cogitou produzir o CR-V em sua fábrica de Sumaré (região de Campinas, interior de São Paulo), entre 1997 e 1998, mas depois abandonou a idéia com a alta do dólar, no início de 1999. A possibilidade de trazê-lo do México vem a calhar, uma vez que sua aceitação no Brasil aumenta a cada ano. Em 2007 foram vendidas 1.864 unidades, bem superior às 623 registradas em 2006 ou aos 382 carros comercializados em 2000, ano do início da importação.
[Por: Interpressmotor]
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